Eugénio Rodrigues e Paulinho Roxo são as últimas baixas no universo das modalidades encarnadas
O Benfica promoveu uma autêntica revolução nos bancos das suas modalidades coletivas. Apenas três treinadores sobrevivem à reestruturação que acompanhou a mudança de ciclo na Luz, com a saída de José Mourinho e a chegada de Marco Silva ao futebol a ditar também o tom nas restantes modalidades.
As últimas duas baixas conhecem-se agora: Eugénio Rodrigues deixa o comando do basquetebol feminino e Paulinho Roxo sai do futsal feminino, num processo que afetou praticamente todos os escalões das águias.
Andebol: era Anders Hallberg
No andebol, a mudança já estava consumada: o sueco Anders Hallberg substituiu o espanhol Jota González no comando da equipa principal, com um contrato por três épocas. O vice-presidente para as modalidades, Tomás Barroso, já havia defendido que «o Benfica não será um cemitério de treinadores», mas a verdade é que a renovação de quadros foi quase total.
A chegada de Hallberg surge numa época em que o Benfica tenta reforçar o plantel para competir na Liga dos Campeões, após as contratações de Joaquim Nazaré e a saída de Pol Valera emprestado ao Montpellier.
Reconstrução em várias frentes
O movimento não se limitou ao andebol. No basquetebol, no futsal e noutras modalidades, a direção encarnada optou por uma limpeza quase total, mantendo apenas três treinadores das equipas principais. A mensagem é clara: o Benfica quer competitividade em todas as frentes e não hesita em mudar quando os resultados não acompanham as ambições.


